Prezados leitores e leitoras,

Só pelo fato de o eventual indicado – conforme matéria abaixo transcrita – não ser oriundo do cargo de Auditor-Fiscal (e, portanto, naturalmente não ter motivos para uma administração tendente à defesa de interesses específicos dessa categoria, os quais, não raro, conflitam com a maximização do aproveitamento de recursos humanos), essa hipótese traz em si os auspícios de efetivas e positivas mudanças estruturais na RFB, que é o que há muito esperamos. Administrador tem de ser e aparentar ser isento. Sua preocupação deve ser, em primeiro lugar, voltada aos interesses públicos e ao desenvolvimento funcional, capacitação e engrandecimento de TODAS as categorias de servidores da RFB, não apenas daquela que hoje monopoliza os postos chaves da Administração.

Sds.

Roberto Carlos dos Santos.

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Governo estuda Augustin para comandar a Receita Federal
Fonte (acesso em 17/07/2009):

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/17/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=119104/em_noticia_interna.shtml

Agência Estado

A preferência do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o comando da Receita Federal é a de um nome fora da corporação, com habilidade e pulso para botar “ordem na casa” e acabar com a maior crise institucional da história do Fisco. Em meio às dificuldades de escolher um sucessor para a ex-secretária Lina Maria Vieira, o nome do atual secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, foi cogitado. Uma troca de cadeiras, como já foi feito pelo ministro em outras ocasiões, é considerada uma das opções.
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