Prezados leitores,
O parágrafo abaixo ilustra bem o atual cenário administrativo da Receita Federal do Brasil. No confronto entre os interesses públicos (dos contribuintes) e os sindicais é bem provável que tenha um peso bastante acentuado o “resgate da autoridade fiscal”.
Fonte (acesso em 30/09/2008):
http://www.unafisco.org.br/noticias/boletins/2008/setembro/bol_2696_30092008.htm#inicio
“[...]
É preciso que se tenha bem claro que a vontade de acertar, por maior que seja, de forma alguma justifica que se repitam os erros do passado, principalmente quando temos agora à frente da Administração da RFB um grupo de sindicalistas que por tanto tempo clamou pela democracia na nossa Casa.[...]“
01/10/2008 at 0:12
É a banalização da democracia, onde a democracia é o passaporte para tomada de poder interna corporis. Tudo é justificado sob a égide dos principios da democracia, principalmente a concentração de poder. Aonde vamos chegar?
Quando pessoas mais esclarecidas alertam para o perigo desse processo, os políticos fazem vista grossa. A [...] tem sido alertada por vários comunicados, mas não tem se manisfestado com um projeto de lei que faça uma blindagem entre as instituições de Estado e a ação de tomada de Poder de determinadas elites do Serviço Público, mediante a intervenção direta de seus sindicatos nas Intituições do Povo.
Como podemos saber se não há pressão [...], justamente, ensejadas pela fome de poder e controle interna corporis NESTAS INSTITUIÇÕES ONDE estes corporativistas são chefes e administradores? É UMA INCÓGNITA QUE SÓ UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ou uma CPI poderiam responder.
Por este viés sindicalista tudo é possivel, quando o objetivo não é o interesse público mas o controle corporativista do Aparelho de Estado FRENTE às demais categorias de trabalhadores.
No mínimo deveria haver uma quarentena destes líderes SINDICAIS, e limites ao atuarem na feitura de minutas de legislação que afetassem os direitos adquiridos de outras categorias.
O governo precisa de alguém de visão que lhes alertem dessa [...] administração pública. O estado passa a ser regido, em primeiro lugar em função dos interesses desses sindicalistas, conforme flagrante evidenciado acima, escancaradamente, em seu boletim sindical, cujos interesses extrapolam o diapasão constitucional, na tomada de poder, na ocupação hegemônico de espaço institucional e no emparedamento [...] político [...].